quarta-feira, 16 de março de 2016

Veteranos defrontam UD Leiria


sábado, 12 de março de 2016

Juniores: SL Marinha 3 - AC Marinhense 2

Fantástica Recuperação. A perde 0-2 ao intervalo, os nossos Juniores A venceram o AC Marinhense por 3-2 e seguem na luta pela fuga à despromoção. Grande jogo hoje, estão de Parabéns !!!

quinta-feira, 10 de março de 2016

Iniciados A deixam escapar empate nos últimos minutos


O SL Marinha recebeu e foi derrotado pelo Salvaterrense por 1-2. Ambas as equipas vinham de resultados positivos. Se o Marinha tinha empatado 1-1 em casa do líder NS Rio Maior, o Salvaterrense tinha feito igual resultado com a outra equipa da Marinha Grande, o Marinhense, porém na partida do passado domingo foi a turma de Salvaterra de Magos que sorriu no final da partida e conseguiu, assim, levar três pontos importantes para continuar na luta pela manutenção.

Os ribatejanos entraram com ganas de resolver rapidamente a partida, investindo forte pelos flancos, com destaque para João Bernardo que, em várias ocasiões deixou a defesa do Marinha em apuros.

O Salvaterrense continuou a assumir as rédeas da partida e, depois de Pedro Apolinário ter visto Vítor Hugo a negar-lhe um golo certo, Guilherme Cardoso, respondeu brilhantemente, de cabeça, a um canto e inaugurou, assim, o marcador.

Os jovens da casa não conseguiam sacudir a pressão e a muito custo ia evitando o avolumar do placard. Com destaque absoluto para o guardião da turma do Marinha que mantinha a esperança viva dos rapazes do Oeste de num contra golpe puderem igualar o marcador.

Apesar das várias substituições efectuadas por Telmo Cruz, a equipa anfitriã não conseguia acertar com os de Salvaterra de Magos e, até ao final da primeira parte, as tendências mantiveram-se, para desespero de uns e alívio de outros.

O intervalo foi o 'tónico' que os da casa precisavam. Tudo mudou. A formação da casa regressou com outra atitude, melhor posicionamento em campo, pressão alta sobre o portador da bola e com um futebol directo à procura do erro adversário. Já o Salvaterrense, apanhado de surpresa, não conseguiu voltar a ter o jogo controlado como durante toda a primeira parte. Baixou as suas linhas e passou a usar a arma do contra-ataque como estratégia principal.

O Marinha galvanizado, a rondar com cada vez mais perigo a área do adversário. E o Salvaterrense em investidas rápidas pelos flancos, a causar calafrios à defesa dos da casa, onde Vítor Hugo se mostrava um gigante entre os postes, com defesas impossíveis, a negar o 'xeque mate' dos Ribatejanos.

O jogo ganhou uma virilidade mais acentuada, com o árbitro a interromper diversas vezes a partida para acalmar os ânimos. A partida aproximava-se do fim, quando num cruzamento da direita o Marinha viu Daniel elevar-se na área para marcar de cabeça um belíssimo golo na gaveta.

Num momento, a reviravolta parecia possível, pois os homens do oeste atiravam-se com tudo o que tinham, na busca da vitória, mas os ribatejanos nunca se descontrolaram com o sucedido e conseguiram manter a sua estratégia de contra-ataque que acabaria por vir a dar os 'frutos' pretendidos quando João Bernardo foi até à linha final e, já dentro da área, centrou rasteiro para o leve mas mortífero encostar de Pedro António que acabou com o jogo e deu a vitória ao Salvaterrense.

SL Marinha 1
Vítor Hugo, Cardoso (Valter, 25'), Rafael(c), Francisco, Beato, Márcio (Castanheira, 25'), Carlos Daniel, Ricardo (JP, 74'), Tiago (Freitas, 30'), João Carlos, Daniel.
Não jogaram: Hugo, Rios, Tomás.
Treinador: Telmo Cruz.

Salvaterrense 2
Gonçalo Moisés, João Ricardo, Pedro Nortista, Vicente Cardoso, João Guilherme ( Pedro Afonso 35’), Pedro Soares, Guilherme Cardoso ( Pedro António 15’), Afonso Caldeira, Afonso Vagarinho, João Bernardo, Pedro Apolinário.
Não jogaram: Rafael Fragata, João Maria.
Treinador: Sérgio Mendes.

Campo da Ordem, Marinha Grande
Árbitro: Ana Teixeira (AF Coimbra).
Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 Guilherme Cardoso (12'), 1-1 Daniel (72'), 1-2 Pedro António (78').

Texto e foto: Helena Naia

quarta-feira, 2 de março de 2016

Iniciados A: Empate justo em jogo de desperdício


O SL Marinha não foi além de um empate (1-1) em casa do NS Rio Maior, num jogo em que os golos só apareceram na segunda parte.

A equipa da casa quis começar o jogo a dominar, jogando um futebol apoiado, procurando as laterais e cruzamentos para a área adversária, mas aos poucos, o SL Marinha conseguiu equilibrar o jogo, chegando mesmo a ter uma boa oportunidade de golo num lance de contra-ataque com o avançado, na cara de Vítor Lisboa, a não conseguir fazer o golo.

Na resposta, através da cobrança de um livre directo, João Atela levou a bola a bater na barra.

No segundo tempo, a turma de Rio Maior sofreu algumas alterações no seu 11 titular na tentativa de mudar o rumo do jogo e, por duas ou três vezes, esteve próximo de conseguir inaugurar o marcador, algo que não tardou a acontecer, pois num bom lance na direita protagonizado por João Mendes, este cruzou para a área onde apareceu Rafael Loureiro que, de cabeça, fez o primeiro golo da partida.

Cinco minutos depois, num lance na área do SL Marinha, João Mendes entrou na área a driblar um adversário e acabou por sofrer falta. O árbitro, sem dúvidas, assinalou grande penalidade que João Afonso bateu para uma grande defesa de Vítor Hugo.

Na resposta, o SL Marinha chegou o golo através de um livre a favor já próximo da área, com a bola a ser foi batida directamente para a baliza com Vítor Lisboa que não conseguiu segurar à primeira e Carlos Daniel, na cara do guarda-redes, não perdoou e igualou o marcador.

Os ‘leões’ de Rio Maior ainda foram à procura do golo da vitória, tendo tido o seu melhor lance quando João Atela driblou vários adversários até cruzar para a pequena área onde encontrou três colegas seus, mas nenhum deles conseguiu rematar à baliza.

Até final, o SL Marinha procurou defender o empate como podia, e esteve inclusivamente perto do golo da vitória numa jogada de contra-ataque que acabou por ser desperdiçada.

NS Rio Maior 1
Vítor Lisboa, Salvador (Diogo, int.), João Mendes, André Sampaio (Pétrick, 60'), Marco Faria, João António, Rafael Loureiro, Miguel Ferreira (David Silva, 60'), João Atela, João Gomes (João Afonso, int.), Joaquim (Rafael Fonseca, int.). Não jogaram: Pedro.
Treinador: Fábio Silva.

SL Marinha 1
Vítor Hugo, Cardoso, Rafael, Francisco, Daniel, Rogério, Carlos Daniel (Hugo, 68’), Pinto, Freitas, Ricardo, Tiago. Não jogaram: Castanheira, Beato.
Treinador: Telmo Cruz.

Complexo Desportivo de Rio Maior
Árbitro: João Silva (Castelo Branco).
Ao intervalo: 0-0.
Golos: 1-0 Rafael Loureiro (50’), 1-1 Carlos Daniel (65’).

Texto e foto: Orlando Marques - Diário de Leiria

Este menino deu os primeiros passos aqui, no "Caldeirão da Ordem", e hoje é internacional. Um exemplo para todos.

A estreia como internacional e a subida aos seniores da União de Leiria fizeram de Bruno Jordão um jogador feliz, mas com vontade e ambição de fazer mais.

Para Bruno Jordão, a época 2015/16 tem tudo para ser inesquecível.

Em setembro último, estreou-se como internacional português, nos sub-18, e no arranque da temporada foi promovido ao escalão de seniores da sua equipa, a União de Leiria, pela qual já foi titular no competitivo Campeonato de Portugal Prio.

O jovem atleta, de 17 anos, é um dos convocados de José Guilherme para os jogos de preparação com a Ucrânia (Portugal empatou a zero a primeira partida, disputada ontem em Campo Maior, e volta a jogar esta quinta-feira, em Elvas, a partir das 11h00) e não esconde a importância com que encara a carreira de internacional.

“Todos os jogadores têm o sonho de representar o nosso País. É um lugar-comum, mas muito verdadeiro. No meu caso, estas chamadas à Seleção funcionam como um incentivo e um bónus para o trabalho que tenho desenvolvido no meu clube”, começou por dizer em declarações ao fpf.pt.

O facto de estar num clube que, tradicionalmente, não apresenta muitos jogadores nas convocatórias das nossas Seleções, não é visto por Bruno Jordão como um “handicap”. “Sinto que todos os jogadores de qualidade têm lugar neste espaço das Seleções. Muito mais do que o nome ou a dimensão dos clubes, olha-se às capacidades dos jogadores”, asseverou.

Depois do empate de ontem, em Campo Maior, Bruno Jordão acredita que os sub-18 lusos vão dar uma boa resposta no segundo encontro entre as duas formações, marcado para esta quinta-feira, pelas 11h00, em Elvas.

“Poderíamos ter feito algo mais na partida de ontem. Sobretudo, ao nível da intensidade de jogo e da rapidez na circulação de bola. A Ucrânia conseguiu bloquear os caminhos para a sua baliza e não conseguimos ultrapassar essa organização do adversário. Para amanhã, temos de ser mais incisivos e velozes”, explicou.

“Campeonato de Portugal Prio tem sido uma boa aprendizagem”


E como têm sido vividas, na União de Leiria, estas chamadas à Equipa das Quinas? “Com enorme orgulho e palavras de encorajamento”, assegura, adiantando: “os meus colegas, que são mais experientes, aconselham-me a ser eu próprio, a manter os pés bem assentes na terra e a não me deslumbrar. É isso mesmo que pretendo fazer, até pela minha forma de ser”.

Para Bruno Jordão, a experiência de participar no “campeonato das oportunidades” tem sido “espetacular”. “É uma prova dura, competitiva, onde estão muitos jogadores de 1.ª Liga, com a qual tenho aprendido muito”, sublinhou o atleta que começou a jogar futebol aos sete anos no Sport Lisboa e Marinha, tendo ainda passado pelo Clube Desportivo Garcia e pelo Marinhense, antes de fixar na União de Leiria.




“Ao início senti algumas dificuldades, mas aos poucos tenho-me vindo a adaptar bem e já fui chamado à titularidade. Em relação às competições de juniores, a componente física é mais forte, existe menos tempo para pensar e a intensidade é incomparavelmente maior. Tem sido uma boa aprendizagem”, sintetizou.

Foto 1: FPF/Diogo Pinto
Foto 2: Face SL Marinha Veteranos

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